Radio 104,3
(32) 991734242 contato@ovigilanteonline.com


Atualização cadastral de rebanhos começa em Minas Gerais e segue até 30 de junho

Atualização cadastral de rebanhos começa em Minas Gerais e segue até 30 de junho

Procedimento é obrigatório e essencial para manter o controle sanitário e o status livre de febre aftosa

Teve início no dia 1º de maio o prazo para a atualização cadastral de rebanhos em Minas Gerais, uma medida obrigatória para todos os produtores rurais do estado.

O período segue até o dia 30 de junho e é fundamental para garantir a sanidade animal e o controle efetivo da atividade agropecuária.

O Sistema Faemg Senar alerta que a atualização deve ser feita anualmente e é indispensável para que o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) possa monitorar a evolução dos rebanhos em todo o território mineiro.

Além disso, o procedimento é uma das principais ferramentas para manter o reconhecimento de Minas Gerais como área livre de febre aftosa sem vacinação, status que exige rigor no acompanhamento e na rastreabilidade dos animais.

A orientação é que os produtores não deixem para a última hora e realizem a atualização dentro do prazo, evitando possíveis penalidades e contribuindo para a segurança sanitária do estado.

continua depois da publicidade



Procedimento é simples e pode ser feito online

A atualização de rebanhos pode ser realizada de forma online, por meio do Portal do Produtor, desde que o cadastro inicial da propriedade e das criações esteja regularizado junto ao IMA. Caso o produtor não encontre sua criação no sistema, é sinal de que o cadastro ainda não foi efetuado, sendo necessário procurar o escritório seccional do instituto.

O cadastro inicial é gratuito e obrigatório para pessoas físicas e jurídicas que exerçam atividade pecuária em Minas Gerais, independentemente do porte da produção. Ele pode ser feito presencialmente ou por e-mail, mediante apresentação de documentos como identificação pessoal, comprovante de endereço e documentação da propriedade.

A assistente de Gestão de Defesa Agropecuária do escritório seccional do IMA em Oliveira, Sirley da Silveira, orienta que os produtores verifiquem previamente a documentação exigida. “É comum que o produtor precise retornar por falta de algum documento. Também é importante atenção às coordenadas geográficas do imóvel e à validade da certidão de propriedade”, ressalta.

Mais informações podem ser consultadas no site oficial do Sistema Faemg Senar.

Leia também

continua depois da publicidade




Confira aqui as principais notícias de Leopoldina e região





📱 Acompanhe o jornal O Vigilante Online no Facebook e Instagram




 

 

A cópia de conteúdo não é permitida