Unidades foram reclassificadas e passam a receber novos investimentos para ampliar atendimentos
A partir da publicação, no Diário Oficial do Estado de Minas, de novas tipologias para hospitais na Rede Urgência e Emergência (RUE) em Minas Gerais, os hospitais vinculados à Gerência Regional de Saúde de Leopoldina foram reclassificados ou inseridos na Rede, conforme Resolução SES/MG Nº 10.446, de 17 de setembro de 2025 e Resolução SES/MG Nº 10.907, de 10 de fevereiro de 2026.
A tipologia pleiteada e aprovada para o Hospital São Salvador, de Além Paraíba, foi Porta Aberta – Hospital Intermediário e Porta Referenciada – Média Complexidade – Referência em Urologia, garantindo o repasse de R$ 2.280.000,00 por ano. O Hospital Municipal de Pirapetinga também obteve parecer favorável para atuar como Serviço de Apoio à Rede de Urgência e Emergência e Hospital Porta Complementar de Ortopedia, passando a receber R$ 900.000,00 anuais.
A Casa de Caridade Leopoldinense teve pleito aprovado para as tipologias de Porta Aberta – Hospital Intermediário, Porta Referenciada – Média Complexidade – Referência em Cirurgia Vascular e Porta Referenciada – Média Complexidade – Referência em Urologia, com repasse anual de R$ 2.880.000,00. O Hospital e Maternidade Maria Eloy, de Palma, passou a receber R$ 900.000,00 por ano, após aprovação do pleito para Serviço de Apoio à Rede de Urgência e Emergência e Hospital Porta Complementar de Pediatria.
Ainda como Serviço de Apoio à Rede de Urgência e Emergência e Hospital Porta Complementar de Pediatria, o Hospital Municipal de Laranjal teve seu pleito aprovado, assegurando o repasse de R$ 900.000,00 anuais. Já o Hospital Olyntho Almada (foto abaixo), de Astolfo Dutra, foi habilitado como Serviço de Apoio à Rede de Urgência e Emergência, passando a receber R$ 576.000,00 por ano.

Segundo a Coordenadora da Coordenação de Redes de Atenção à Saúde, Maria do Carmo Costa Ferreira, a implementação do programa traz diversos benefícios concretos para a população, especialmente no contexto do fortalecimento do Sistema Único de Saúde.“
Entre os principais ganhos, destacam-se: ampliação do acesso aos serviços de urgência e emergência: redução de barreiras geográficas e assistenciais, garantindo que mais pessoas consigam atendimento em tempo oportuno; redução do tempo de espera: com melhor organização dos fluxos e maior capacidade instalada, os usuários são atendidos com mais agilidade, o que é essencial em situações críticas; melhoria da qualidade do atendimento: a estruturação das portas de entrada hospitalares favorece protocolos mais qualificados, equipes preparadas e cuidado mais resolutivo; descentralização da assistência: fortalecimento de hospitais regionais, evitando sobrecarga em grandes centros e aproximando o cuidado da população; integração da rede de atenção à saúde: promove maior articulação entre atenção primária, serviços de urgência e hospitais, garantindo continuidade do cuidado; aumento da capacidade de resposta do SUS: possibilita melhor enfrentamento de demandas agudas, surtos, acidentes e outras situações de maior complexidade; maior equidade no atendimento: contribui para reduzir desigualdades regionais, levando serviços mais estruturados a áreas antes menos assistidas. Em síntese, o programa representa um avanço significativo na organização da rede hospitalar regional, promovendo um sistema mais eficiente, acessível e resolutivo para a população.”, ressaltou ela.
O programa segue as diretrizes do Programa Estadual de Portas de Urgência e Emergência, integrante do Valora Minas e tem como objetivo ampliar o acesso hospitalar e garantir atenção qualificada aos usuários em situações de urgência e emergência, assegurando atendimento nos pontos de atenção adequados às necessidades apresentadas.
*Com GRS-Leopoldina

















