Passageiros seguiam de van para assistir ao ensaio técnico das escolas de samba; houve disparo de arma de fogo e ninguém ficou ferido.
Um grupo de cataguasenses foi assaltado na madrugada deste domingo, 8 de fevereiro, no Rio de Janeiro. Eles viajavam em uma Van para assistirem ao ensaio técnico das escolas de samba que acontece neste domingo. O veículo estava com sua lotação máxima. As informações foram repassadas ao Site do Marcelo Lopes pela mãe de um dos ocupantes da Van. Todos passam bem.
Segundo o relato dela, que prefere se manter no anonimato, o grupo saiu de Cataguases por volta das 23h30 deste sábado, 7, em duas vans, rumo ao Rio de Janeiro. Pouco depois de descerem a Serra um dos veículos foi abordado por marginais que obrigaram todos a descer e roubaram aparelhos celulares, sapatos, dinheiro, documentos e cartões de banco. Além disso, levaram a Van, que foi abandonada pouco tempo depois em uma favela.
Nenhum dos ocupantes do veículo ficou ferido nesta ação, que contou com disparo de arma de fogo, conforme relato de um dos ocupantes do veículo. Ele teria conseguido esconder o celular e gravou um vídeo pouco depois tranquilizando os familiares dos passageiros. A mãe de uma das vítimas informou, no começo da tarde, que o grupo está sem dinheiro e, portanto, sem conseguir se alimentar e que teria saído do Rio de Janeiro, retornando a Cataguases, por volta das 14h30.
Relato do Motorista
No final da tarde, Douglas Borges, motorista da outra van que viajava ao Rio de Janeiro, entrou em contato com o Site, quando estava em Além Paraíba, retornando a Cataguases, para contar um pouco sobre o episódio. Segundo ele, o assalto aconteceu na rodovia próximo a cidade de Magé, na região metropolitana do Rio de Janeiro, por cinco adolescentes que estavam armados.
Conforme revelou, apesar dos passageiros terem ficado sem dinheiro e cartão de crédito, ele assumiu as despesas do grupo, o que garantiu a alimentação de todos e minimizou os danos. “Estourei o meu cartão de crédito, mas era a única coisa que podia fazer naquele momento para os meus passageiros”, disse ainda sob o impacto daquela experiência traumática. Ele também disse que o grupo foi até à 62ª Delegacia de Polícia do Rio de Janeiro para fazer o Boletim de Ocorrência, mas lá foram orientados a adotar o procedimento on-line.
*Com Site do Marcelo Lopes

















