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Congresso em Leopoldina aborda autismo, TDAH e inclusão dentro das igrejas evangélicas

Congresso em Leopoldina aborda autismo, TDAH e inclusão dentro das igrejas evangélicas

Evento promovido pela Igreja Metodista Ortodoxa reuniu especialistas e grande público durante três dias para discutir acolhimento, neurodivergências e o papel social da igreja.

A Igreja Metodista Ortodoxa de Leopoldina realizou, entre os dias 26 e 28 de junho, a 18ª edição do Congresso Conhecimento e Poder.

Neste ano, o evento trouxe como tema “Uma Igreja Sensível: TDAH, Autismo e o Amor que Inclui”, promovendo reflexões sobre acolhimento, inclusão e o compromisso das comunidades de fé com pessoas neurodivergentes e suas famílias.

Integrando as celebrações dos 25 anos da Igreja Metodista Ortodoxa em Leopoldina, o congresso reuniu um grande público durante os três dias de programação, evidenciando o interesse da comunidade por um tema cada vez mais relevante na sociedade contemporânea.

A programação contou com a participação das palestrantes Rafaela Esteves, Pra. Camila Junqueira e da Dra. Milena Mendonça, que compartilharam conhecimentos e experiências sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e os desafios enfrentados por pessoas neurodivergentes em diferentes ambientes, incluindo as comunidades religiosas.

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De acordo com o coordenador do congresso, pastor Danilo Silva (foto), a proposta foi promover conhecimento, conscientização e transformação por meio do diálogo entre fé, ciência e inclusão.

“Entendemos que a igreja também possui um papel social importante. Falar sobre inclusão, acolhimento e respeito às diferenças é uma forma de cumprir essa missão e contribuir para uma sociedade mais humana e acessível para todos”, destacou.

Com o lema “Conhecer para acolher. Amar para transformar”, o congresso buscou incentivar a quebra de preconceitos, ampliar a compreensão sobre as neurodivergências e fortalecer uma cultura de acolhimento dentro e fora das igrejas.

Ao longo da programação, os participantes foram convidados a refletir sobre a importância da empatia, do respeito às diferenças e da construção de ambientes onde todas as pessoas possam se sentir valorizadas, compreendidas e amadas.

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