Moradores relatam falta de iluminação, presença de animais soltos, túmulos abertos e problemas antigos no muro do Campo Santo do distrito leopoldinense. Dentre os esclarecimentos prestados sobre os problemas elencados pela matéria, a administração municipal esclarece que não se tratam de ossos humanos.
O Cemitério de Tebas, distrito de Leopoldina, voltou a ser alvo de reclamações de moradores e visitantes devido às condições de conservação do local. O Jornal O Vigilante Online teve acesso a fotos que mostram dois ossos encontrados há algumas semanas no passeio principal que dá acesso ao Cruzeiro do Campo Santo.



Segundo informações obtidas pela reportagem, o caso teria sido comunicado, na ocasião, ao fiscal responsável. Além disso, moradores afirmam que alguns túmulos não estariam devidamente fechados, o que aumenta a preocupação quanto às condições do cemitério.
Outro problema apontado é a situação do muro do local. Um trecho permanece sem proteção desde antes da pandemia, após a queda de parte da estrutura ocorrida há alguns anos. Até o momento, conforme relatos, o muro não teria sido reconstruído pela administração municipal. Em outros pontos do cemitério também são observadas rachaduras e inclinação da estrutura, situação que preocupa frequentadores.




De acordo com denúncias encaminhadas ao Jornal O Vigilante Online, devido à ausência do muro em parte do terreno, animais como cavalos, bezerros e cães entram no cemitério com frequência e alguns cães costumam avançar nas pessoas que visitam o local.
As reclamações incluem a falta de iluminação, presença de mato alto e acúmulo de sujeira. O Cruzeiro do cemitério ainda possui um antigo refletor instalado, porém o equipamento não estaria funcionando.
A reportagem entrou em contato com a Assessoria de Imprensa da Prefeitura e recebeu a seguinte Nota:
A Prefeitura de Leopoldina informa que está ciente da queda de parte do muro do cemitério do distrito de Tebas e esclarece que, neste momento, não realizou o reparo da estrutura em razão do andamento do processo de desapropriação de um terreno vizinho, destinado à ampliação do espaço do cemitério. O decreto de desapropriação já foi publicado e o processo segue em tramitação legal.
Quanto às alegações sobre a presença de ossos no local, a Administração Municipal esclarece que não se tratam de ossos humanos. De acordo com o diretor do distrito, Nely Valverde Curcio, os materiais encontrados são incompatíveis com ossos humanos e não há registro de túmulos violados.
O cemitério do distrito de Tebas nunca contou com sistema próprio de iluminação. Entretanto, a atual gestão promoveu a modernização completa da iluminação pública do distrito, com a substituição das lâmpadas convencionais por luminárias de LED, proporcionando mais segurança, visibilidade e qualidade de vida à população. A melhoria também contribui para ampliar a iluminação no entorno do cemitério.
A Prefeitura de Leopoldina segue empenhada em oferecer melhores condições aos moradores de Tebas e em buscar uma solução definitiva para a questão do cemitério, com responsabilidade, transparência e respeito à população.

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