Mais de 350 alunos e inúmeros visitantes participaram da Exposição “Doença de Chagas: Da Pré-História aos Dias Atuais”, de 21 a 25 de novembro no Centro Cultural Mauro de Almeida Pereira.

Aproximadamente 360 alunos de 12 escolas de Leopoldina, além de outros visitantes, estiveram no Centro Cultural Mauro de Almeida Pereira durante a Exposição “Doença de Chagas: Da Pré-História aos Dias Atuais”, no período de 21 a 25 de novembro.

Para o secretário municipal de Cultura e Turismo, Alexandre Carlos Moreira (foto), a realização dessa Exposição em Leopoldina foi muito importante. “Precisamos trazer parcerias como essa para dentro da nossa cidade, da nossa comunidade, especialmente essa que aborda a doença de Chagas, que no Norte de Minas Gerais existe muita incidência do inseto transmissor. Muitos de nós acreditam que essa é uma doença que já acabou”, comentou Alexandre à Reportagem do Jornal O Vigilante Online.
De acordo com a assessoria de imprensa da Prefeitura de Leopoldina, a iniciativa foi possível a partir da parceria entre a Associação de Pesquisadores em Arte Sequencial, as Secretarias Municipais de Educação e Cultura de Leopoldina, o Colégio Imaculada Conceição e a Fiocruz, representada pela pesquisadora Anunciata Sawada e alunos bolsistas da pós-graduação da Universidade Federal Fluminense (UFF), sob coordenação de Daniela Leles/UFF-Siape.

Estruturada com banners em lona e conteúdo simplificado para atingir diferentes públicos, abrangendo os aspectos históricos da descoberta da doença, as vias de transmissão, sinais e sintomas, bem como sua ocorrência desde a pré-história, a Exposição também contou com uma parte interativa e visitas guiadas por pesquisadores da Fiocruz.
Os estudantes do curso superior de Biologia da UFF, Enzo Antonello e Clarisse Alcântara, colaboradores do Projeto “Palioparasitologia para Todos” daquela Universidade em parceria com a Fiocruz conversaram com a Reportagem sobre o evento em Leopoldina, que teve como público alvo alunos do Fundamental 2 até o Ensino Médio.

“Na verdade eu achei incrível viajar com a com a Faculdade, uma ótima oportunidade para trazer informações e também de receber informações”, disse Clarisse Alcântara (foto), acrescentando que a primeira apresentação da Exposição aconteceu em Niterói, sede da UFF.

Enzo Antonello (foto) expressou sua satisfação ao explicar que ao participar desse tipo de projeto se aprende muito mais do que se ensina. “Aprendemos muito mais do que ensinamos. O que nos ensinam é muito valioso, faz parte da nossa graduação. É muito bonito ver as crianças aprendendo, interessadas, querendo saber mais, retirando dúvidas. Eu fico muito feliz com isso”, observou.
Na semana anterior, estudantes do Fundamental II das escolas municipais Osmar Lacerda França, Judith Lintz, Ribeiro Junqueira e Professora Maria da Conceição Monteiro de Rezende (CAIC) também participaram de oficinas ministradas por pesquisadores da Fiocruz.
Na ocasião, foram abordadas temáticas importantes referentes à Saúde, Ciência e Meio Ambiente através de animações do Studio Ghibli, oficinas de Mangá e de saberes da área de Ciências da Natureza e suas Tecnologias numa abordagem CienciArte.




Jornal O Vigilante Online






