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Conselho Municipal de Educação promove reunião para avaliar retorno às aulas presenciais em Leopoldina

Conselho Municipal de Educação promove reunião para avaliar retorno às aulas presenciais em Leopoldina

Em comunicado, a presidente do Conselho, professora Terezila Barra Silva de Oliveira informou que a principal palavra em relação ao tema foi “CAUTELA”.

Composto por representantes dos servidores da educação, alunos, pais, escolas municipais, estaduais e particulares e também representantes da sociedade civil, o Conselho Municipal de Educação (CME) reuniu-se nesta terça-feira, 15 de junho, através do Google Meet para avaliar o retorno às aulas presenciais em Leopoldina, tema que está em discussão em todo o estado de Minas Gerais.

Em comunicado encaminhado ao Jornal O Vigilante Online após a reunião com membros da Câmara Básica e CACS FUNDEB, a presidente do Conselho em Leopoldina, Professora Terezila Barra Silva de Oliveira (foto abaixo), informou que a principal palavra do CME em relação ao assunto foi “CAUTELA”.

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“Estamos aguardando um novo decreto municipal, mas confiantes de que o mesmo sinalize o retorno somente quando as nossas escolas estiverem preparadas para receberem, com segurança, de acordo com os protocolos, os nossos alunos isso inclui EPI’s, treinamento para todos os servidores, palestras, orientações às famílias, organização dos transportes escolares e outros fatores que estão sendo avaliados por uma COMISSÃO DE VIABILIDADE DO RETORNO ÀS AULAS PRESENCIAIS (MODELO HÍBRIDO)”, esclareceu Terezila no comunicado.

Manifestando a expectativa de que esse regresso seja “o mais seguro e o menos tenso possível’, a presidente do CME também salientou que a cobertura vacinal de forma ampla entre os munícipes é o que realmente fará a diferença para todos. “Somos gratos, pois chegou nossa vez de recebermos a vacina, mas isso não é motivo para retornarmos em breve”, declarou, assegurando que, até o presente momento “a parceria EDUCAÇÃO e SAÚDE tem sido fundamental em nossas discussões”, mencionando saber que cada escola é uma realidade e todos os casos são estudados de forma particular.

O comunicado do CME revela ainda que “Antes de agosto, possivelmente, não retornaremos às salas de aula, conforme endossou nossa superintendente municipal de educação, em nossa reunião. Até lá, vamos acompanhando os dados da Secretaria de Saúde; os avanços nas compras, as reuniões com os pais e/ou responsáveis de nossos alunos, e os posicionamentos do Poder Executivo.”

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Ao ressaltar que as aulas não pararam, que todos se reiventaram diante desta pandemia de COVID 19, Terezila colocou-se, como presidente do CME, à disposição das comunidades escolares para receber questionamentos, tirar dúvidas e dialogar. “Afinal, meu desejo é que sejamos, cada vez mais, respeitados em nossos direitos”, frisou.

A presidente do CME ressaltou que, após divulgar o comunicado, a Secretária Municipal de Educação, Lúcia Horta, que estava em reunião com o prefeito Pedro Augusto Junqueira Ferraz, tomou conhecimento do comunicado no grupo do Conselho e o endossou, dizendo que a maior preocupação do chefe do Executivo Municipal é com as vidas dos leopoldinenses, antecipando que o Decreto sairá nesta quarta-feira (16) trazendo a suspensão das aulas por tempo indeterminado.

Fonte: Jornal O Vigilante Online

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