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Polícia Federal cumpre mandados contra fraudes no auxílio emergencial em JF e cidades da região

O VIGILANTE ONLINE | Região - 18/02/2021 - 09:49 | Atualizado: 18/02/2021 - 16:41

Ação ocorre em Juiz de Fora, São João Nepomuceno, Dores de Campos, Volta Grande e outras 35 cidades de Minas Gerais.


PF/Divulgação
A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (18), a operação "Terceira Parcela" para combater fraudes no pagamento do auxílio emergencial em Minas Gerais, Bahia, Paraíba e Tocantins. Na região da Zona da Mata e Campo das Vertentes, são cumpridos mandados de busca e apreensão em Juiz de Fora, São João Nepomuceno, Dores de Campos e Volta Grande.

Segundo a apuração da polícia, a suspeita é que criminosos usavam recursos do auxílio emergencial, de pessoas que não tinham solicitado a ajuda, e usavam os valores para o pagamento de boletos. A ação busca provas da atuação de fraudadores.

Ao todo, foram expedidos 66 mandados de busca e apreensão em 39 cidades de Minas e outros sete mandados na Bahia, Tocantins e Paraíba. A ação conta com a participação de mais de 200 policiais e é uma continuidade de outras duas operações deflagradas pela Polícia Federal no ano passado.


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A chamada "Estratégia Integrada contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial" conta com a PF, o Ministério da Cidadania, a Caixa Econômica Federal, o Ministério Público Federal (MPF), a Receita Federal, a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União (TCU).

Investigação
A investigação começou a partir de reclamações feitas na Caixa e o cruzamento de dados com o núcleo de inteligência da PF e é desdobramento de outras duas operações que ocorreram em 2020.

No dia 9 de novembro, a operação “Primeira Parcela” ocorreu nos estados da Bahia, São Paulo e Tocantins. Foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão e quatro pessoas foram presas.

A ação, considerada pela Polícia Federal como a maior do país, foi resultado do trabalho feito por diversos órgãos e instituições públicas para combater fraudes no pagamento do auxílio emergencial. Nesta primeira operação, foi contabilizado que os prejuízos causados pela quadrilha aos cofres públicos giram em torno de R$ 350 mil, somente no estado de São Paulo.


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A operação "Segunda Parcela" foi deflagrada um mês depois, em 10 de dezembro de 2020. Nesta ação, a PF enviou equipes para investigar estas fraudes em 14 estados: Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraíba, Espírito Santo, Bahia, Santa Catarina, Tocantins, Paraná, Goiás, Rio Grande do Sul, Maranhão, Piauí e Mato Grosso do Sul.

Na ocasião, foram cumpridos 42 mandados de busca e apreensão, 13 mandados de sequestro de bens e sete pessoas foram presas.

Durante a segunda etapa da operação foi determinado o bloqueio de valores de até R$ 650 mil, em diversas contas que receberam benefícios fraudados.

Nesta quinta-feira, em Minas Gerais, os mandados serão cumpridos nas cidades de Araguari, Belo Horizonte, Betim, Caetanópolis, Campanha, Campestre, Contagem, Cristiano Otoni, Divinópolis, Dores de Campos, Governador Valadares, Itamarandiba, Ituiutaba, Jaíba, Juiz de Fora, Lagoa Santa, Luz, Machado, Mateus Leme, Montes Claros, Mutum, Nova Lima, Paracatu, Paraopeba, Passos, Patos de Minas, Poços de Caldas, Pouso Alegre, Presidente Olegário, Ribeirão das Neves, Sabará, Salinas, Santa Maria de Itabira, Santo Antônio do Monte, São João Nepomuceno, Sete Lagoas, Uberlândia, Unaí, e Volta Grande.

Outros sete mandados de busca e apreensão serão cumpridos nas cidades de João Pessoa e Campina Grande, na Paraíba, e na Bahia e Tocantins.

Fonte: G1 Zona da Mata



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