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Baratas 'invadem' regiões de Muriaé após temporal que deixou 580 desalojados; veja vídeo

O VIGILANTE ONLINE | Região - 05/01/2021 - 12:03 | Atualizado: 11/01/2021 - 21:39

Prefeitura informou que está fazendo a limpeza das ruas invadidas pela água, mas confirmou que não tem veneno para matar os insetos.


Reprodução/Internet
Uma infestação de baratas tomou conta de algumas regiões de Muriaé, cidade que fica na Zona da Mata mineira, após o forte temporal que atingiu a cidade nos primeiros dias deste ano. Além da invasão dos insetos, a chuva também provocou outros estragos.

De acordo com a Defesa Civil, pelo menos 580 pessoas ficaram desalojadas após terem as casas inundadas. Deste total, 58 estão desabrigadas. Áreas de risco do município estão sendo monitoradas para evitar tragédias.


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Com relação às baratas, a Coordenação de Vigilância Ambiental informou que o município não possui veneno para exterminá-las. Como os insetos não transmitem doenças endêmicas, nem o governo federal nem o estadual disponibilizam inseticidas para matá-los. 
 
Atualmente, os municípios mineiros recebem produtos químicos para eliminar as seguintes pragas: mosquito Aedes aegypti, que causa a dengue, zika e chikungunya; rato, que provoca a leptospirose; caramujo de água doce, que transmite a esquistossomose; e o barbeiro, vetor da doença de chagas.

Para amenizar o problema dos insetos, inclusive das baratas, o executivo já começou a fazer a limpeza das ruas atingidas pela água. "Assim que a água baixar vamos fazer o trabalho de desratização. Os agentes de endemias também vão até as áreas alagadas para distribuir panfletos e orientar os moradores", explicou o agente de endemias Willian de Oliveira.


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Temporal

Conforme o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), a região de Muriaé foi atingida por cerca de 269 milímetros de chuva em apenas quatro dias. A quantidade já superou a média esperada para todo o mês, que é de 262 mm.

As áreas mais afetadas foram as regiões do Dornelas, José Cirilo, Barra e Encoberta. Apesar dos estragos, não há relatos de mortos por causa das enchentes.

Fonte: Jornal O Tempo



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