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Sargento Veloso, da 37ª Cia PM Leopoldina ingressa na Reserva Altiva da PMMG

O VIGILANTE ONLINE | Leopoldina - 17/05/2020 - 18:15 | Atualizado: 17/05/2020 - 18:23


Transferiu-se para a Reserva Altiva da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) no último dia 8 de maio o Sargento William Brito Severino Veloso, que desde 2016 integrava o quadro de militares da 37ª Cia PM de Leopoldina.

Filho de Celso Veloso e Maria das Graças Severino Veloso, natural do município mineiro de João Monlevade e residindo atualmente no distrito de Tebas, em Leopoldina, William Veloso é casado há quase 25 anos com Patrícia Veloso.

O casal tem os filhos Matheus Henrique Veloso e Ana Luiza Veloso, ela que no mês de janeiro deste ano casou-se com o jovem Welerson, militar do exército brasileiro. 

“Ingressei na PMMG em junho de 1996 em Poços de Caldas, onde trabalhei durante um bom tempo. De lá fui transferido para o 1º Batalhão em Belo Horizonte”, relata o Sargento Veloso ao Jornal O Vigilante Online. “Depois, retornei para Poços de Caldas, onde fiquei até 2006”, complementou o militar. Foi transferido para o 18º Batalhão, em Contagem e em 2007 foi designado para a Força Nacional de Segurança, onde trabalhou durante um ano e sete meses no Rio de Janeiro, durante as Olimpíadas. “Também apoiamos a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) durante operações no Complexo do Alemão, uma experiência ímpar em minha vida”, contou Veloso, que retornou da Força Nacional para o 18º BPM. Em 2015 realizou o curso de Sargentos e em 2016 foi transferido para Leopoldina, “onde tive a honra de trabalhar com bons guerreiros”, destacou o Sargento Veloso.  

Perguntado pela reportagem sobre o que mais lhe marcou durante o período em que esteve nas fileiras da PMMG, Veloso narra que foram várias as ocorrências nas quais conseguiram êxito na prisão dos autores e na recuperação dos bens das vítimas. “E também as inúmeras vezes que DEUS me livrou da morte", frisou o militar. 

Veloso menciona a sua frase favorita: “Nunca foi sorte, sempre foi Deus” e justifica: “Adotei essa frase depois que sofri uma tentativa de assalto em 2014, ocasião na qual fui alvejado por 5 disparos de arma de fogo sendo 2 no peito, 2 no braço e um na mão. E Deus não me desamparou, mandou um médico no local, o Dr. Bruno Fontoura, e ele me socorreu. Então, quando as pessoas me falavam que não morri por sorte eu dizia: ‘Nunca foi sorte, sempre foi Deus’.”

De acordo com o Sargento Veloso, seus planos agora estão voltados para a família, “curtir mais a vida, os filhos e a esposa”, afirmou.


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Para os militares que permanecem na ativa o Sargento Veloso deixa uma mensagem: “Meus amigos, foi uma honra trabalhar com guerreiros de alta capacidade. Não citarei nomes para não correr o risco de esquecer de alguém (risos). Tenham Fé em Deus que tudo dará certo.”

Ao final da entrevista o Sargento Veloso acrescentou: “Gostaria de agradecer primeiramente à Deus e em segundo lugar à minha esposa Patrícia que sempre me apoiou em todas as minhas decisões. Eu sempre digo que se sou um bom Sargento em minha profissão é porque eu tenho minha esposa para me apoiar e cuidar de mim e de meus filhos”, concluiu.

Momento de confraternização dos amigos da PMMG no primeiro ano em que o Sargento Veloso começou a atuar em Leopoldina.

Fonte: Jornal O Vigilante Online



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