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Leopoldina amanhece com maioria dos comércios fechados após decreto do Governo de Minas

O VIGILANTE ONLINE | Edição e fotos: Júlio Cabral | Cidade - 23/03/2020 - 07:58 | Atualizado: 29/03/2020 - 10:44

Uma fila para vacinação contra gripe influenza foi registrada no começo da manhã pela reportagem do Jornal O Vigilante Online nas imediações da Escola Municipal Ribeiro Junqueira.


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O comércio de Leopoldina amanheceu vazio na manhã desta segunda-feira, 23 de março, data em que começa a valer o decreto do Governo de Minas determinando estado de calamidade pública. No Centro de Leopoldina, o clima é de feriado: pontos de ônibus vazios, poucos carros nas ruas e o movimento de pedestres está bem reduzido, conforme registro feito às 8h45 na região central da cidade.


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Apesar das recomendações das autoridades, uma fila para vacinação contra a gripe influenza se estendia nas imediações da Escola Municipal Ribeiro Junqueira, no Centro, conforme registrado pela Reportagem do jornal O Vigilante Online. Durante a pandemia do coronavírus, é necessário evitar aglomerações, o que acontece nas filas de vacinação nos postos de saúde. É preciso manter distância de dois metros entre as pessoas que estão na fila.


De acordo com o último balanço da Secretaria de Estado de Saúde (SES), em apenas 24 horas o número de pessoas infectadas em Minas Gerais subiu de 54 para 83. As notificações suspeitas chegam a 7.190. Os dados foram divulgados pelo governo do Estado na tarde deste domingo. 

Há pacientes com resultado positivo para a enfermidade em Belo Horizonte, Coronel Fabriciano, Divinópolis, Ipatinga, Juiz de Fora, Mariana, Nova Lima, Patrocínio, Poços de Caldas, Sete Lagoas, Uberaba e Uberlândia.

Saiba o que pode e o que não pode funcionar no comércio

Com o decreto de calamidade pública instituído pelo Governo de Minas para combater a pandemia de coronavírus, há diversas restrições ao funcionamento do comércio em todo o estado. Porém, alguns estabelecimentos devem continuar com as portas abertas, de forma a garantir a prestação de serviços essenciais e também o abastecimento alimentar.

Conforme deliberação anterior, que foi estadualizada, o Executivo suspendeu serviços, atividades ou empreendimentos, públicos ou privados, que têm circulação ou potencial aglomeração de pessoas.

Não podem abrir ou ser realizados:
I – eventos públicos e privados de qualquer natureza com público superior a trinta pessoas;
II – atividades em feiras, inclusive feiras livres;
III – shopping centers e estabelecimentos situados em galerias ou centros comerciais;
IV – cinemas, clubes, academias de ginástica, boates, salões de festas, teatros, casas de espetáculos e clínicas de estética;
V – museus, bibliotecas e centros culturais.

Podem funcionar:
I – farmácias e drogarias;
II – hipermercados, supermercados, mercados, açougues, peixarias, hortifrutigranjeiros, quitandas e centros de abastecimento de alimentos;
III – lojas de conveniência;
IV – lojas de venda de alimentação para animais;
V – distribuidoras de gás;
VI – lojas de venda de água mineral;
VII – padarias;
VIII – postos de combustível;
IX – oficinas mecânicas.
X – agências bancárias e similares;

Tem de ficar aberto:
I – tratamento e abastecimento de água;
II – assistência médico-hospitalar;
III – funerárias;
IV – coleta, transporte, tratamento e disposição de resíduos sólidos urbanos e demais atividades de saneamento;
V – processamento de dados;
VI – segurança privada;
VII – serviços bancários;
VIII – imprensa.

Restaurantes, bares e lanchonetes:
Não podem funcionar.

Outros estabelecimentos, comerciais e industriais, podem funcionar desde que:
I – adotem sistemas de escalas, revezamento de turnos e alterações de jornadas, para reduzir fluxos, contato e aglomeração de trabalhadores;
II – implementem medidas de prevenção ao contágio pelo agente Coronavírus (Covid-19), disponibilizando material de higiene e orientando seus empregados de modo a reforçar a importância e a necessidade de: adotar cuidados pessoais, sobretudo lavagem das mãos, utilizar produtos assépticos durante o trabalho, como álcool em gel setenta por cento, e observar a etiqueta respiratória e manter a limpeza dos instrumentos de trabalho.

O Governo do Estado ressalta que todos os estabelecimentos que estão autorizados a funcionar devem adotar medidas rigorosas de higiene para os usuários e os funcionários. Tais medidas visam coibir a disseminação do coronavírus no território mineiro.
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Fonte: Jornal O Vigilante Online



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