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Febre maculosa deixa dois mortos na região

O VIGILANTE ONLINE | Região - 07/06/2019 - 09:09 | Atualizado: 13/06/2019 - 22:18

SES-MG/Divulgação

SES-MG/Divulgação

A febre maculosa, doença transmitida principalmente através da picada do carraptado-estrela infectado pela bactéria do gênero Rickettsia, já matou cinco pessoas em Minas Gerais este ano.

De acordo com informações da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), três casos foram confirmados em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Já na Zona da Mata, foram registrados dois óbitos, um na cidade de Faria Lemos e outro no município de Raul Soares.

A SES-MG alerta que a prevenção à febre maculosa deve ser intensificada nos períodos mais secos do ano, pois a doença é mais comum nesta época do ano e pode ocorrer tanto em áreas rurais quanto urbanas. Em Minas Gerais, a ocorrência da febre maculosa brasileira é relatada desde a década de 1930, mas ainda hoje a doença causa dúvidas na população em geral.


Embora casos da doença possam ocorrer durante todo o ano, é no período seco, especialmente entre os meses de junho e novembro, que eles ocorrem com maior frequência. O carrapato-estrela pode ser encontrado em equídeos, roedores, capivaras, marsupiais, cães e outros animais. A população desses carrapatos pode aumentar em razão da disponibilidade desses animais e de condições ambientais favoráveis, como presença de pastos “sujos” e vegetação favorável ao crescimento e reprodução do carrapato.

A febre maculosa se manifesta por meio de sintomas como febre, dor de cabeça, dores musculares, mal estar, náuseas e vômitos. Pode ocorrer uma erupção cutânea, frequentemente com pele escurecida ou incrustada no local da picada do carrapato. 

– O diagnóstico tardio é um dos fatores que elevam a gravidade da doença. Assim, é fundamental que, diante de sintomas da doença após a estadia em locais com grandes chances de infestação de carrapatos, o paciente procure imediatamente o serviço de saúde e relate ao profissional médico que esteve em áreas propícias para a presença desses animais – alerta coordenadora de Zoonoses e Vigilância de Fatores de Risco Biológicos da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Mariana Gontijo de Brito.

Fonte: Guia Muriaé




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