PM de Leopoldina esclarece sobre funcionamento da Rede de Vizinhos Protegidos 

Da Redação | Cidade - 04/04/2019 - 11:06 | Atualizado: 12/04/2019 - 11:25

Corporação informa que não há qualquer tipo de pagamento ou taxa. Reunião nesta quarta reuniu 85 participantes.





A preocupação com a segurança de moradores e comerciantes de Leopoldina fez com que a Polícia Militar, em parceria com a população, criasse a ‘Rede de Vizinhos e Comerciantes Protegidos’. O Projeto foi iniciado na cidade em 2017 nos comércios do Centro, com sua expansão para as residências. 

Nesta quarta-feira, 3 de abril, 85 participantes se reuniram no Salão Social São Vicente de Paula para a implantação do projeto em residências do Centro. Entre os bairros que já aderiram ao projeto estão: Vila Esteves, Vale do Sol, Fábrica, Rosário, Chácara Dona Euzébia, Vale do Sol, Comunidade das Palmeiras, Centro da cidade e diversos outros comércios também da área central. 

A rede permite a troca de informações e mensagens entre os moradores e a polícia, o que faz com que os furtos, roubos e outros crimes diminuam a partir do momento em que a população fica mais atenta e ao sinal de qualquer atitude suspeita, chama a PM pelo celular. 

Segundo a Sargento Edleny, da 37ª Cia PM de Leopoldina, o projeto não solicita nenhum tipo de pagamento pelos participantes e nenhuma taxa mensal à Polícia Militar ou a qualquer pessoa. Se alguém procurar os moradores pedindo dinheiro em nome da Rede de Vizinhos Protegidos, o morador deve ligar para a Polícia, pois pode se tratar de estelionatário agindo no bairro, tirando proveito da falta de conhecimento das pessoas. 

"As reuniões têm sido divulgadas nas rádios e muitos oportunistas podem tomar conhecimento do projeto e querer tirar vantagem da falta de conhecimento das pessoas. Muitos moradores acham que o projeto é pago, porém o único gasto que o morador tem é com a confecção da placa, caso ele queira colocar. Os participantes não são obrigados a utilizá-la. O projeto não é a placa." ressalta a militar. "Ela é apenas um indicativo de que ali tem a rede de proteção", informou a policial.

"A Polícia Militar não manda confeccionar a placa, nem recolhe dinheiro de ninguém. Os próprios moradores se reúnem e mandam confeccionar juntos, para ficar mais barato. Eles relatam que a média de preço da placa é R$ 15,00, em metal ou PVC. Mas a PM não indica nem o local para confecção, apenas orienta que eles façam orçamentos em diversos locais. Apesar da placa não ser dada pela Polícia, apenas os moradores participantes têm autorização para colocá-la em suas residências" esclarece.

Como solicitar uma Rede de Vizinhos Protegidos

Após os vizinhos manifestarem interesse em participar do projeto e procurarem a Polícia Militar, quatro reuniões são realizadas com os moradores. Após explicação sobre o funcionamento da Rede de Vizinhos Protegidos, há a afixação das placas indicativas da rede. Os moradores, juntamente com militares, se encontram em reuniões organizadas periodicamente para discutir sobre os problemas do local. Para participar, os moradores do bairro devem entrar em contato com a PM.
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Fonte: Jornal O Vigilante




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